sábado, 15 de janeiro de 2011

12/janeiro/2011 - Quarta-feira


Alonguei. Fiz alguns exercícios (flexões de braço, abdominais, barras). Caminhei leve um pouco. E mais alongamento. Senti que as panturrilhas precisavam de muito alongamento, e assim fiz.

Comecei a correr e as panturrilhas começaram a chiar. Pensei que quando o 'sangue esquentasse' elas dariam trégua. Mas não, senti dores atrozes. Fui forçado a parar de correr com 8 minutos de corrida. Tive que voltar caminhando com alguma dificuldade para casa, inclusive parando umas 2 vezes. Travou e doeu.

Alongamento e fim de trabalho hoje.

Na quinta, dia 13, não corri. Entendi que a musculatura está precisando de duas, uma: ou descansar ou ser fortalecida com musculação. Ou das duas coisas.

Não corri na sexta também. Resolvi dar descanso, enquanto me organizo para decidir o que fazer. Estou pensando também em adotar outro programa de corrida. Minha meta não é correr meia ou uma maranota. Daí, temos que voltar ao objetivo, respondendo à seguinte pergunta: Por que estou fazendo esse programa de corrida? A resposta é: 1) para uma vida saudável e 2) como preparo para voltar ao jiu-jítsu. Logo, minha meta não é ingressar em grupos ou competições de corrida. Portanto, estou num período de avaliar qual decisão tomar.

Uma coisa é certa: o corpo não vai parar e nem a dieta será abandonada.

11/janeiro/2011 - Terça-feira

Hoje é dia de iniciar a 4ª semana de treino. As distâncias já começarão a aumentar significativamente. Apesar disso, para hoje, o programa prevê 4.800 metros para começar a semana.

Alonguei. Corri. Fiz em 27 minutos. Baixei 1 minuto. Estava tarde, porque não faltam compromissos. Logo, temos que ter determinação para não deixar de lado. Saí para correr eram umas 10h da noite.

As panturrilhas chiaram.

8/Janeiro/2011 - Sábado - prova de fogo


Um dia pesado. A distância a ser percorrida: 11,5 Km.

Minha sogra está em casa. Então, foi combinado um passeio ao Parque Flamboyant no final da tarde. As mulheres organizaram lanche e providenciaram outros convidados. Eu fiquei matutando como encaixar meu compromisso de correr no meio desse passeio. Um dos convidados era um rapaz casado e da minha idade; o único homem além de mim que integraria este grupo. Então, não sairia para correr e deixaria o cara lá sozinho no meio do clube da luluzinha. Outra coisa: 99% de chances dele não estar preparado para correr 11,5 Km para me acompanhar.

Fui ao passeio sem saber bem ao certo como encaixaria minha corrida na programação. Mas fui, e enquanto conversava, fiz alongamentos, ingeri líquidos. Minha irmã teve uma brilhante idéia: eu ir correndo de volta para casa.

Assim foi: minha irmã volto dirigindo o carro e combinamos um percurso, pelo menos até onde sabíamos, mais ou menos, o ponto que se completariam os 11,5 Km. Então fiquei com o celular e ela me ligaria para me dizer com exatidão até onde eu deveria correr.

Assim foi. A subida da Av. 88 no setor Sul foi difícil. Mas o pior trecho foi a subida após a baixada do Córrego Cascavel no Jd. América, pois eu já estava correndo há 1 hora. Quão difícil foi! E aí vem os velhos e conhecidos dilêmas das subidas: desistir? aumentar o ritmo para acabar logo? diminuir o ritmo para tentar conseguir?... Optei por diminuir o ritmo (lembrei: devagar e sempre). Engraçado que na vida, tem hora que aparecem umas subidas também e se tornam complicadas quando já estamos desgastados por etapas anteriores; mas nessas subidas da vida, o que vale é Deus estar à diante.

Completei o percurso de 11,5 Km em 1:25h. Cansaço, dores nas panturrilhas e, pasme, o peito (especificamente os mamilos) esfolados pelo roçar da camiseta ao longo dessa quase uma hora e meia - isso mesmo. Já dizia Abílio Diniz: quando fores correr longas distâncias, proteja-os com ban-aid ou vaselina.

Alimentação equilibrada, muito líquido e descanso.

Fim da terceira semana de treino, sendo esta última, uma recuperação pelos problemas de saúde da semana anterior.

6/Janeiro/2011 - Quinta-feira


Fiz boa viagem de volta. Peguei muita chuva, mas aumentei o cuidado. Apesar dos cuidados e da atenção mais alerta, Deus é quem de fato nos concede boa viagem, boa corrida, bom caminhar, bom viver... Então, sou grato a Ele por isso.

Cheguei cansado em Goiânia lá pelas 18h. Deitei, dormi e às 19h fui me ajeitar para correr. E tinha aniversário para ir. E mais, a distância era de 6.500 metros, ou seja, a previsão era, só de tempo de corrida, em torno de 40 minutos. Bem... Jogo de cintura em casa e pé na rua.

De carro montei o percurso. Deixei o carro próximo a um supermercado e, de lá, corri até as proximidades de casa e voltei até onde o carro estava. Muito cansaço. As panturrilhas chiaram. Voltei rapidinho para casa. Alongamento, banho e festa.

Nesse dia também almocei em Itumbiara. Os diretores da empresa que estou atendendo me levaram a um restaurante, ou melhor, a uma churrascaria. Ainda não sei o que fazer nesses casos. Vou me recusar a comer? Acho que não fica bem numa relação comercial, ser levado à uma churrascaria e alegar estar de dieta; no máximo ser um pouco comedido... mas a carnalidade é demais, portanto meu amigo, 'pé na jaca'.
Então, na festa à noite, o que comer? O que beber? Ora, o que significa mais uma ferida para um leproso? Então, 'pé na jaca' também.

Amanhã é dia de descanso.

5/janeiro/2011 - Quarta-feira


Ontem foi um dia pesado porque o corpo passou alguns dias parados. Portanto, para o dia de hoje a meta era baixar dos 30 minutos de ontem, visto que a distância seria a mesma. Ainda em Itumbiara, fui para a avenida Beira Rio e, de carro, montei o percurso de 4.800 metros. Botei força mesmo e consegui fazer em 28 minutos. Fiquei bem cansado. Não dormi bem na noite (odeio dormir em hotel) anterior; acho que isso contribuiu para o cansaço mais intenso.

Jantei Subway.

Dormi melhor do que a noite de ontem.

4/janeiro/2011 - Terça-feira


Tive que viajar a trabalho, mas levei o tenis e a roupa de correr. Cheguei em Itumbiara às 19h, deixei as coisas no hotel e fui de carro para a Avenida Beira Rio a fim de definir o percurso do dia (4.800 metros). Montei o percurso para ser feito na 'orla' da referida avenida; uma paisagem muito bacana.

Fiz o percurso em 30 minutos e mais séries de flexões de braço, abdominais e barra. Meu corpo começou a se acostumar a correr essas distâncias.

Na hora da refeição noturma, fui a um restaurante muito bom e não tive como me manter na dieta, porém, não me meti em frituras, refrigerante e coisas do gênero.