
Um dia pesado. A distância a ser percorrida: 11,5 Km.
Minha sogra está em casa. Então, foi combinado um passeio ao Parque Flamboyant no final da tarde. As mulheres organizaram lanche e providenciaram outros convidados. Eu fiquei matutando como encaixar meu compromisso de correr no meio desse passeio. Um dos convidados era um rapaz casado e da minha idade; o único homem além de mim que integraria este grupo. Então, não sairia para correr e deixaria o cara lá sozinho no meio do clube da luluzinha. Outra coisa: 99% de chances dele não estar preparado para correr 11,5 Km para me acompanhar.
Fui ao passeio sem saber bem ao certo como encaixaria minha corrida na programação. Mas fui, e enquanto conversava, fiz alongamentos, ingeri líquidos. Minha irmã teve uma brilhante idéia: eu ir correndo de volta para casa.
Assim foi: minha irmã volto dirigindo o carro e combinamos um percurso, pelo menos até onde sabíamos, mais ou menos, o ponto que se completariam os 11,5 Km. Então fiquei com o celular e ela me ligaria para me dizer com exatidão até onde eu deveria correr.
Assim foi. A subida da Av. 88 no setor Sul foi difícil. Mas o pior trecho foi a subida após a baixada do Córrego Cascavel no Jd. América, pois eu já estava correndo há 1 hora. Quão difícil foi! E aí vem os velhos e conhecidos dilêmas das subidas: desistir? aumentar o ritmo para acabar logo? diminuir o ritmo para tentar conseguir?... Optei por diminuir o ritmo (lembrei: devagar e sempre). Engraçado que na vida, tem hora que aparecem umas subidas também e se tornam complicadas quando já estamos desgastados por etapas anteriores; mas nessas subidas da vida, o que vale é Deus estar à diante.
Completei o percurso de 11,5 Km em 1:25h. Cansaço, dores nas panturrilhas e, pasme, o peito (especificamente os mamilos) esfolados pelo roçar da camiseta ao longo dessa quase uma hora e meia - isso mesmo. Já dizia Abílio Diniz: quando fores correr longas distâncias, proteja-os com ban-aid ou vaselina.
Alimentação equilibrada, muito líquido e descanso.
Fim da terceira semana de treino, sendo esta última, uma recuperação pelos problemas de saúde da semana anterior.
Minha sogra está em casa. Então, foi combinado um passeio ao Parque Flamboyant no final da tarde. As mulheres organizaram lanche e providenciaram outros convidados. Eu fiquei matutando como encaixar meu compromisso de correr no meio desse passeio. Um dos convidados era um rapaz casado e da minha idade; o único homem além de mim que integraria este grupo. Então, não sairia para correr e deixaria o cara lá sozinho no meio do clube da luluzinha. Outra coisa: 99% de chances dele não estar preparado para correr 11,5 Km para me acompanhar.
Fui ao passeio sem saber bem ao certo como encaixaria minha corrida na programação. Mas fui, e enquanto conversava, fiz alongamentos, ingeri líquidos. Minha irmã teve uma brilhante idéia: eu ir correndo de volta para casa.
Assim foi: minha irmã volto dirigindo o carro e combinamos um percurso, pelo menos até onde sabíamos, mais ou menos, o ponto que se completariam os 11,5 Km. Então fiquei com o celular e ela me ligaria para me dizer com exatidão até onde eu deveria correr.
Assim foi. A subida da Av. 88 no setor Sul foi difícil. Mas o pior trecho foi a subida após a baixada do Córrego Cascavel no Jd. América, pois eu já estava correndo há 1 hora. Quão difícil foi! E aí vem os velhos e conhecidos dilêmas das subidas: desistir? aumentar o ritmo para acabar logo? diminuir o ritmo para tentar conseguir?... Optei por diminuir o ritmo (lembrei: devagar e sempre). Engraçado que na vida, tem hora que aparecem umas subidas também e se tornam complicadas quando já estamos desgastados por etapas anteriores; mas nessas subidas da vida, o que vale é Deus estar à diante.
Completei o percurso de 11,5 Km em 1:25h. Cansaço, dores nas panturrilhas e, pasme, o peito (especificamente os mamilos) esfolados pelo roçar da camiseta ao longo dessa quase uma hora e meia - isso mesmo. Já dizia Abílio Diniz: quando fores correr longas distâncias, proteja-os com ban-aid ou vaselina.
Alimentação equilibrada, muito líquido e descanso.
Fim da terceira semana de treino, sendo esta última, uma recuperação pelos problemas de saúde da semana anterior.