quarta-feira, 25 de maio de 2011
Retorno - Junho de 2011
sábado, 15 de janeiro de 2011
12/janeiro/2011 - Quarta-feira

Alonguei. Fiz alguns exercícios (flexões de braço, abdominais, barras). Caminhei leve um pouco. E mais alongamento. Senti que as panturrilhas precisavam de muito alongamento, e assim fiz.
Comecei a correr e as panturrilhas começaram a chiar. Pensei que quando o 'sangue esquentasse' elas dariam trégua. Mas não, senti dores atrozes. Fui forçado a parar de correr com 8 minutos de corrida. Tive que voltar caminhando com alguma dificuldade para casa, inclusive parando umas 2 vezes. Travou e doeu.
Alongamento e fim de trabalho hoje.
Não corri na sexta também. Resolvi dar descanso, enquanto me organizo para decidir o que fazer. Estou pensando também em adotar outro programa de corrida. Minha meta não é correr meia ou uma maranota. Daí, temos que voltar ao objetivo, respondendo à seguinte pergunta: Por que estou fazendo esse programa de corrida? A resposta é: 1) para uma vida saudável e 2) como preparo para voltar ao jiu-jítsu. Logo, minha meta não é ingressar em grupos ou competições de corrida. Portanto, estou num período de avaliar qual decisão tomar.
Uma coisa é certa: o corpo não vai parar e nem a dieta será abandonada.
11/janeiro/2011 - Terça-feira
Alonguei. Corri. Fiz em 27 minutos. Baixei 1 minuto. Estava tarde, porque não faltam compromissos. Logo, temos que ter determinação para não deixar de lado. Saí para correr eram umas 10h da noite.
As panturrilhas chiaram.
8/Janeiro/2011 - Sábado - prova de fogo

Minha sogra está em casa. Então, foi combinado um passeio ao Parque Flamboyant no final da tarde. As mulheres organizaram lanche e providenciaram outros convidados. Eu fiquei matutando como encaixar meu compromisso de correr no meio desse passeio. Um dos convidados era um rapaz casado e da minha idade; o único homem além de mim que integraria este grupo. Então, não sairia para correr e deixaria o cara lá sozinho no meio do clube da luluzinha. Outra coisa: 99% de chances dele não estar preparado para correr 11,5 Km para me acompanhar.
Fui ao passeio sem saber bem ao certo como encaixaria minha corrida na programação. Mas fui, e enquanto conversava, fiz alongamentos, ingeri líquidos. Minha irmã teve uma brilhante idéia: eu ir correndo de volta para casa.
Assim foi: minha irmã volto dirigindo o carro e combinamos um percurso, pelo menos até onde sabíamos, mais ou menos, o ponto que se completariam os 11,5 Km. Então fiquei com o celular e ela me ligaria para me dizer com exatidão até onde eu deveria correr.
Assim foi. A subida da Av. 88 no setor Sul foi difícil. Mas o pior trecho foi a subida após a baixada do Córrego Cascavel no Jd. América, pois eu já estava correndo há 1 hora. Quão difícil foi! E aí vem os velhos e conhecidos dilêmas das subidas: desistir? aumentar o ritmo para acabar logo? diminuir o ritmo para tentar conseguir?... Optei por diminuir o ritmo (lembrei: devagar e sempre). Engraçado que na vida, tem hora que aparecem umas subidas também e se tornam complicadas quando já estamos desgastados por etapas anteriores; mas nessas subidas da vida, o que vale é Deus estar à diante.
Completei o percurso de 11,5 Km em 1:25h. Cansaço, dores nas panturrilhas e, pasme, o peito (especificamente os mamilos) esfolados pelo roçar da camiseta ao longo dessa quase uma hora e meia - isso mesmo. Já dizia Abílio Diniz: quando fores correr longas distâncias, proteja-os com ban-aid ou vaselina.
Alimentação equilibrada, muito líquido e descanso.
Fim da terceira semana de treino, sendo esta última, uma recuperação pelos problemas de saúde da semana anterior.
6/Janeiro/2011 - Quinta-feira

Cheguei cansado em Goiânia lá pelas 18h. Deitei, dormi e às 19h fui me ajeitar para correr. E tinha aniversário para ir. E mais, a distância era de 6.500 metros, ou seja, a previsão era, só de tempo de corrida, em torno de 40 minutos. Bem... Jogo de cintura em casa e pé na rua.
De carro montei o percurso. Deixei o carro próximo a um supermercado e, de lá, corri até as proximidades de casa e voltei até onde o carro estava. Muito cansaço. As panturrilhas chiaram. Voltei rapidinho para casa. Alongamento, banho e festa.
Nesse dia também almocei em Itumbiara. Os diretores da empresa que estou atendendo me levaram a um restaurante, ou melhor, a uma churrascaria. Ainda não sei o que fazer nesses casos. Vou me recusar a comer? Acho que não fica bem numa relação comercial, ser levado à uma churrascaria e alegar estar de dieta; no máximo ser um pouco comedido... mas a carnalidade é demais, portanto meu amigo, 'pé na jaca'. Então, na festa à noite, o que comer? O que beber? Ora, o que significa mais uma ferida para um leproso? Então, 'pé na jaca' também.
Amanhã é dia de descanso.
5/janeiro/2011 - Quarta-feira

Jantei Subway.
Dormi melhor do que a noite de ontem.
4/janeiro/2011 - Terça-feira

Fiz o percurso em 30 minutos e mais séries de flexões de braço, abdominais e barra. Meu corpo começou a se acostumar a correr essas distâncias.
Na hora da refeição noturma, fui a um restaurante muito bom e não tive como me manter na dieta, porém, não me meti em frituras, refrigerante e coisas do gênero.
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
28 a 31 de dezembro 2010

Na segunda-feira tive desenteria e, quando comecei a sentir frio, fui ao médico. Ele passou a receita básica e me mandou pra casa. Não mediu pressão e nem temperatura. Em casa, nesse mesmo dia, tive febre e falta de ar; passei mal pra caramba, mas consegui me safar. Fiquei fraco.
Não pude correr terça.
Não deu para correr quarta.
Quinta-feira fui à praça e fiz alongamentos e alguns exercícios, mas nada de corrida, ainda.
Sábado (25/12)

Sábado, 25 de dezembro e 9.660 metros para correr. Foi assim: Muito alongamento. Minha irmã me levou a um ponto que eu havia marcado. Desse local até a praça perto da minha casa completa-se a distância retrocitada. Combinei dela me aguardar na metade do percurso com água e repositor hidroeletrolítico. Assim aconteceu; ela foi muito gentil. Mas não gostei de tomar líquido durante o percurso. Vou checar isso com algum expert no assunto. Não sei se tomei demais... o que aconteceu é que tive que diminuir o ritmo mais vezes do que o programado porque tive gazes no estômago.
No percurso teve uma subida de uns 1.500 metros. Confesso que pensei seriamente em 2 coisas: 'parar com aquela bobagem de correr' e em chorar. Foi difícil, mas permaneci firme. Ora corria mais rápido para ver se acabava logo, ora mais devagar para ver se eu permanecia firme no meu propósito. Mas consegui superar e foi legal. Gastei 61 minutos, ante os 70 do sábado passado. Amanhã e segunda serão dias de descanso.
24 de dezembro - Pelo quê você se esforça?

Ao entrarem na casa, viram o menino com Maria, sua mãe, e, prostrando-se, o adoraram. Então abriram os seus tesouros e lhe deram presentes: ouro, incenso e mirra. (Mateus 2:11 - Bíblia sagrada - Nova Versão Internacional)
O texto acima é um pequena parte do livro de Mateus (um dos livros da Bíblia) e fala de sábios (não especifica que eram 3) que vieram do oriente (terras à leste de Israel) conhecer o Rei dos Judeus. Conhecer e adorar. A Bíblia não nos fala de qual nação esses sábios saíram, nem quanto tempo gastaram para chegar à cidade de Belém e muito menos a distância. Mas nos mostra o suficiente para nos ensinar sobre como deve ser nossa atitude perante Jesus, o Cristo, o Messias, o Emanuel. Eles se esforçaram para adorá-lo. Certamente uma viagem feita há 2000 anos atrás era mais difícil do que em nossos dias. Sem aviões, ônibus, carros, estradas pavimentadas, tecnologia da informação, etc., quanto esforço não demandaria para viajar a uma outra terra, a uma cidade estranha?
Eles, os sábios, se esforçaram significativamente. Mas, por quê? Ora, eles sabiam quem era o menino. Muito provavelmente tomaram conhecimento das promessas que apontavam para Jesus na literatura sagrada do povo de Israel (hoje, e não menos importante, o antigo testamento da Bíblia). Era o cumprimento de promessas que o Deus Verdadeiro havia feito a um povo. Promessa da vinda de um Deus-homem, santo, justo, misericordioso, perfeito, sem mácula, poderoso, que salvaria da morte (do pecado), gente como eu e você. Perdoaria pecado! Perdoaria perdão final e completo de pecados a pecadores, a saber, homens e mulheres que fazem aquilo que Deus não gosta, aquilo que Deus reprova, aquilo que é errado (leia-se "errado" como todo e qualquer ato, palavra, pensamento, insinuação ou sentimento que é contrário à Lei de Deus). Se você xingou alguém, se você apunhalou alguém pelas costas, se você odiou alguém pra valer, se você roubou, se você mentiu feio, se você teve inveja, se você já fez ou se envolveu com coisas indisíveis, a vinda de Jesus é para você, porque, como já disse, Ele veio perdoar pecados. E pecado é coisa feia mesmo, é 'da pesada', é sacanagem.
Todo mundo peca, e todos os dias. E todo mundo tem uma conta com Deus para acertar. Toda vez que a gente peca, nossa conta vai aumentando. E essa conta é impagável para gente como eu e você. Mas Jesus nasceu, viveu, morreu e ressuscitou para pagar essa conta. A conta de quem? A conta de quem crer que Jesus é o Salvador, ou seja, crer naquele que paga essa conta com sua própria vida e ressuscita e, então, merece nossa humilde gratidão em forma de adoração, entregando a Ele nossas vidas. "Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça. " (1 João 1:8-9 - Bíblia Sagrada)
Jesus, mais do que se esforçar para salvar 'gentinha-pecadora' como eu e você, ele se entregou, se doou para morrer. Morrer morte de cruz, sofrer diante de Deus o vexame que eu e você deveríamos passar.
Desejo que no natal e em todos os dias do ano de todos os anos da sua vida, você se esforce para ser um sábio também, seja do oriente ou do ocidente.
Quinta-feira (23/12)

Alongamento. Início da corrida e as dores deram o 'ar da graça'. Mas o sangue esquentou e as dores ficaram mais discretas. Gastei 33 minutos. O mesmo tempo do primeiro dia do programa. Só de ter cumprido com o percurso, está de bom tamanho. Alonguei caprichadamente. Minha esposa teve que massagear minhas panturrilhas.
Sexta-feira é dia de descanso. É véspera de natal.
Quarta-feira (22/12)

Fui à festa. Não saí da dieta. Comi isso: 1 copo de suco ligth e 1 pão-de-queijo pequeno. Cheguei em casa às 23:30h e fui correr, sob várias recomendações quanto à minha segurança.
Alonguei. Fiz o percurso em 28 minutos. Aproveitei a temperatura bastante agradável e 'puxei' um pouco no ritmo, fazendo assim uma discreta, mas importante, melhora no tempo. Não tive fadiga e diminuí o ritmo por 2 vezes, sendo 1 delas para amarrar o cadarço do tenis. Minha panturrilha doeu... Alonguei cuidadosamente.
Nesses poucos meses nessa novo ritmo, já aprendi que as ocasiões para as 'exceções' (não seguir a rotina de exercícios e alimentação) são inúmeras. Então, se não tivermos critérios bastante restritos para sair da rotina de exercícios e alimentação, fatalmente a regra será não ter rotina.
Fui dormir à 1h.
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Resumo
| Resumo dos resultados | ||||
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| Terça (14/12) | Quinta (16/12) | Sábado (18/12) | Terça (21/12) |
| Distância | 4.830 metros | 4.830 metros | 9.660 metros | 4.830 metros |
| Tempo | 33 minutos | 32 minutos | 70 minutos | 29 minutos |
| FC média | 167 BPM | 162 BPM | ------- | ------- |
| FC máxima | 185 BPM | 175 BPM | ------- | ------- |
Terça-feira (21/12)
Cheguei em casa, troquei de roupa. Alonguei. Corri os 4.830 metros em 29 minutos. Fiz barra. Alonguei e volei pra casa.
Sob pressão, tomei um banho, me aprontei e às 21:15h fui ao shopping.
Hoje tenho um aniversário 'infaltável' e um trabalho que me comprometerá até as 19h, fora o tempo de deslocamento. Vamos ver como eu me viro.
Segunda (20/12)
Aproveito para passar-lhes o link do site que contém o programa de corrida que estou seguindo: http://www.halhigdon.com/marathon/Mar00index.htm
Sábado 'pesado'

Na sexta feira (17/12) foi dia de descanso. Fui a um casamento e, resumindo a história, só deitei para dormir no sábado (18/12) às 4 horas da manhã, tendo 'furado' com a dieta. Acordei às 7:30h para trabalhar e para tomar providências em relação a um problema de saúde de uma pessoa da família. Nesse mesmo dia, sábado (18/12), deveria correr 9.660 metros, segundo a programação. Havia também um casamento para ir. Resolvi que cumpriria meus compromissos e também minha programação de treino. À tarde, dei um cochilo de umas 2 horas.
Alongamento e corrida. Senti muito cansaço em vários momentos, mas o interessante é que o percurso que montei eu correria metade da distância indo e metade da distância retornando para casa. Quando fiz o 'retorno' e comecei a tomar o caminho de volta, foi como se eu tivesse 'ligado o turbo'. Consegui fazer o percurso em 1 hora e 10 minutos. Fiquei sensivelmente cansado, bem mais do que nos outros dias. Alonguei e fui pra casa. Tomei banho e fui ao casamento; furei a dieta bem 'de leve'. Fui deitar quase 2 horas da manhã e acordei às 8:40h para ir ao culto na igreja Anglicana.
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Mais um degrau

Minha alimentação no dia de hoje foi adequada. Não sei o que está havendo mas tenho sentido dores no estômago e minha médica está de férias. Se persistir, vou ter que recorrer a outro profissional.
Hoje o dia esteve sempre nublado e às vezes chovendo. Isso permitiu que eu e o André saíssemos mais cedo para correr. O André, que faz as vezes de personal trainer, estava meio desanimado, mas veio assim mesmo.
Alongamos. Corremos. Quando o frequencímetro apitava, indicando que meus batimentos cardíacos por minuto estavam acima de 170, diminuíamos o ritmo. Tive que parar 1 vez, rapidamente, para amarrar o cadarço do tênis. Fizemos o percurso de 4.830 metros em 32 minutos. Minha frequencia média foi de 162 batimentos por minuto; a máxima foi de 175 batimentos por minuto (ante os 185 da terça-feira). Desaceleramos, caminhando mais uns 500 metros.
Exercícios feitos: 3 séries de 12 flexões de braço (apoio), 3 séries de 35 abdominais parte superior e mesma quantidade para parte inferior, 5 barras e 3 séries de 12 repetições de exercício para tríceps.
Então, missão cumprida e mais um degrau conquistado.
Estou à procura de um local ao meu gosto para voltar a fazer jiu-jítsu. No mês passado fiz uma aula experimental numa academia, mas o que está 'pegando' é o horário que é das 22h às 23h. Mas estou vendo outras opções. É a modalidade que eu nunca deixei de gostar. Vamos ver o que a gente consegue.
De acordo com o programa de corrida que estamos seguindo, amanhã é dia de descanso.
Mudança de planos

A gripe ainda persiste no dia de hoje, mas estou um pouco melhor. Então, a idéia é retomar as atividades da programação (corrida + exercícios básicos), tomando as providências para que a gripe recue.
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Mudança de hábito

No primeiro semestre desse ano de 2010, fui levar meus exames à doutora Gabriela. Como das outras vezes, meu triglicérides estava na casa dos 300 mg/dL, mas deveria estar no máximo em 150 mg/dL. Havia outras coisas altas que deveriam estar baixas, e outras baixas que deveriam estar altas. A longo prazo, altas taxas de triglicérides pode promover o entupimento de veias e daí: infarto-agudo-do-miocárdio. A doutora novamente receitou o Lipanon e eu voltei a tomar. Mas antes de receitá-lo, as orientações básicas: fazer atividade física regular e praticar uma alimentação saudável.
Ciente de que o Lipanon resolveria o caso, apesar de mais uma vez ter gastado com nutricionista para montar uma dieta (que ficaria no computador ocupando espaço no HD), continuei frouxo tanto na atividade física regular quanto na prática de uma alimentação saudável. No retorno à médica, em outubro desse mesmo ano, os resultados apontados pelo exame estavam quase bons. O triglicérides estava em 162 mg/dL e os demais índices se comportaram na mesma dinâmica. Contudo, veio também a evidência de que havia efeito colateral causado pelo Lipanon. Teria então que substituí-lo por outro remédio... que seria menos eficaz. Então, pela primeira vez as recomendações de atividade física regular e alimentação adequada vieram não como uma opção, mas como uma determinação. Compensar a diferença de desempenho do Lipanon e o novo remédio era irremediavelmente tarefa minha.
Mudanças
Entendi que tinha que mudar. Mas isso eu já sabia há muito tempo. Resolvi mudar. Comecei com corridas curtas (900 metros) a cada 3 ou 4 vezes por semana, combinado com um pouco de caminhada e o que eu chamo de ‘exercícios de praça’ (abdominais, barras, flexões de braço, etc.).
No início de novembro, quando comecei a mudar, não mexi na alimentação. Apenas mudei em relação à atividade física, fazendo da forma como disse anteriormente. Nos primeiros dias, após correr os 900 metros, a sensação de fadiga era muita. Os abdominais eram feitos em 3 séries de 20 para parte superior e também para a parte inferior, e ao final quase que não conseguia respirar. As flexões de braço mal chegavam a 10 e mesmo desejando fazer 3 séries só conseguia 2 séries. Barra: vergonhosas 2,5 repetições. Isso mesmo: duas e meia. No final do mês de novembro imprimi minha dieta e fixei na parede da cozinha; bem de frente à mesa onde preparo e faço minhas refeições. Comecei a segui-la.
Estamos em dezembro. Sábado fui a uma festa de confraternização de final de ano. Não tomei refrigerante, pois a dieta proíbe, apenas água e um pouco de suco de uva. Na hora de comer, um pouco de arroz, muita salada e um pouco de carne. Ultrapassei na quantidade, mas só um pouco. Não comi o rondelli nem a sobremesa (sorvete com banana flambada). Na semana passada estava correndo 1.500 metros e num dia à noite corri 2.400 metros. Fiquei cansado, mas não exausto. Agora, os abdominais são 3 séries de 35 repetições, tanto superior quanto inferior, e consigo respirar bem quando termino de fazer. As flexões de braço faço 3 séries de 12 ou 14 repetições. Barra: 5 repetições, sendo que minha meta é chegar a 15 repetições.
Projeto ousado
No sábado chegou ao Brasil meus amigos André e Thaís. Estudam nos EUA e vieram passar férias aqui. No domingo à noite (12/12) saímos para fazer um lanche. Não vou falar a escolha de cardápio que os meus amigos e minha esposa fizeram, mas o meu foi: 2 espetinhos de frango (eram bem pequenos e caros) acompanhados de salada de tomate, farofa (aparentemente sem gordura) e mandioca cozida. Para tomar: água. Na conversa à mesa falei e expliquei ao André minhas recentes escolhas. Ele falou de um treino de corrida que há num site americano. Combinamos de pô-lo em prática. O dia de começar seria terça-feira, dia 14/12.
Terça-feira, 14/12, ontem. Encontrei o André e fomos à corrida, iniciando nosso programa de treinamento, o qual determinava que corrêssemos 4.830 metros. Saímos de carro e ‘montamos’ um percurso que, saindo da praça aqui perto de casa, indo até a pista de caminhada da Avenida Itália e regressando à praça, completaríamos assim a distância deste dia. Guardei o carro. Alongamos. Corremos. Fizemos o percurso em 33 minutos de corrida. Por 4 vezes diminuímos o ritmo por alguns segundos a fim de que meus batimentos cardíacos não extrapolassem 170 por minuto. Ao término, caminhei um pouco para ‘desacelerar’. Fiz as 5 barras. Fiz as flexões de braço. Alongamos. Enfim, completamos a carreira do dia de ontem.